Bitocas Fernandes

bitocas2

 

 

Facilitador criativo, performer e pedagogo. Nasceu em 1968, numa família de músicos. Estudou no Conservatório de Música de Aveiro e na Escola Profissional de Música de Espinho mas, foi de forma autodidata que desenvolveu as suas pesquisas pedagógico-musicais. Os seus métodos muito pessoais encontram-­se espelhados no projecto O Jogo Aberto que envolve design de jogos, laboratórios temáticos e eventos interativos, gerando contextos para uma prática musical mais criativa através do lúdico.

Como programador: co-fundou com seus irmãos a d’Orfeu ­- Associação Cultural (1995); Dirigiu o AparqA! – Centro Criativo da Alta Vila (2008 – 2011); Dirigiu a Lud in, empresa cultural para o desenvolvimento do lúdico e da criatividade (2008 – 2015). Atualmente, dirige a Casa do Rio, um centro criativo que é simultaneamente a delegação em Águeda da Glocalmusic; coordena o projeto Tradicionários para tocadores de objetos no Fundão; coordena projetos entre a música e a natureza no Parque Botânico de Vale Domingos e espalha um pouco por todo o país O Jogo Aberto e Ginásio Musical, um articulado de laboratórios para formar atletas musicais.

Como formador: colaborou com vários projetos e serviços educativos, promovendo iniciativas que misturam arte e ludicidade, entre os quais; o serviço educativo da Casa da Música (Porto); a Fábrica das Artes do CCB (Belém); o Instituto Piaget de Viseu (2001-2008); o Tocá Rufar (Seixal); o TMJ (Guarda); a Associação Música Esperança (Vila Real); a SaborArtes (Torre de Moncorvo); a Oficina de Música de Aveiro; a Future Ballons (Figueira da Foz), a Asta Teatro (Covilhã), a AMA (Alcobaça), o Clube Criativos de Portugal (Lisboa) e a Associação Portuguesa de Criatividade e Inovação nas Organizações (Faro). Atualmente colabora com a Akademie fur Musikpadagogic e o Internacional Music Camps, Alemanha (desde 2004); Gabinete Cultural do Município do Fundão (desde 2002).

Como performer, improvisador e experimentalista, co-fundou vários coletivos: Culto de Orfeu (músicas do mundo); Há Cá Eco Há (musico-teatral); Improvisórios (improvisação trad) e participou com regularidade em coletivos como Vai de Roda; e Danças Ocultas (técnico de som e arrangista). Atualmente mantém atividade em O Mistério das Vozes Vulgares (jogo musical); 4Portango (música de Astor Piazzolla); O Xú (música espontânea); Músicas do (outro) mundo (etno improvisação) e A bit of Bit (Música e interação).

Criação de espetáculos com a comunidade: AluSino (Alcaide, 2009), Interfesta da confusão (Ílhavo, 2000), Museu Temporário do Povo Arti (Águeda, 2005), A Linhar, (Fundão, 2003), Sons da Terra, (Paul,2003), Um dia falarei de ti-Viagem ao Centro do Som (Fundão, 2003) O jogo Palatino (julho,2004), Rio Povo (Águeda, 2007-2008), Povo que Lavas no Rio Águeda (Águeda 2009-2010) Imaginar Sever (Sever do Vouga, 2015), A bit of refugies (Alemanha, 2015).

Foi orador em: “O jogo musical” nas V Jornadas da História do Jogo em Portugal – Associação do Jogo Tradicional da Guarda e Associação Ludus (Guarda); “Miixer 3.0” no Tedx “Cultura+Acção” (Famalicão); “Arte, artistas e interações” no Colóquio “Comunic’arte” (Águeda); “Estratégia Musical” nas Jornadas “Imaginação na Educação Musical e Educação Especial” – Instituto Piaget (Viseu); “Povo Arti, o povo criador de jogos” no Ignite 50º “Educação e Criatividade” (Porto).

 

equipa permanente ]     [ toda a equipa  ]